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PALESTRA SOBRE SEXUALIDADE DAS PLANTAS

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No dia 16.05.2017, aconteceu a Palestra sobre Sexualidade das Plantas, ministrado pela Profª. Dra. Carla Maria Garlet de Pelegrin.

Petiano

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Quer saber quem faz o Programa de Educação Tutorial PET Ciências da UFFS Campus Cerro Largo acontecer? Clique e conheça a lista de Petianos completa!.

CONSERVAS DE LEGUMES

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No dia 10 de maio a turma do oitavo ano do La Salle Medianeira realizou a atividade de conservas de legumes.

PETCiências: Um Passo para o Mestrado

O acadêmico de Ciências Biológicas – Licenciatura, e integrante do PETCiências, Fabrício L. Skupien obteve aprovação em três programas de pós-graduação. Os programas em que o acadêmico foi aprovado são: Programa de Pós-Graduação em Ambiente e Tecnologias Sustentáveis (Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS Cerro Largo), Programa de Pós-Graduação em Ecologia (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA) e Programa de Pós-Graduação em Ecologia (Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ). Para o acadêmico, a participação no grupo PET foi indispensável para a conquista das aprovações, uma vez que, “as ações que são desenvolvidas pelo grupo, além de auxiliarem para a construção de um currículo bem estruturado, também são responsáveis para a consciência da necessidade de uma boa preparação”. Além disso, o acadêmico também destaca a importância da participação em projetos de pesquisas, “com a participação nos projetos de pesquisa, pude aprender, além dos métodos científicos da área, a saber formular um bom projeto de pesquisa, que é indispensável para a aprovação”. O acadêmico conclui falando da importância de aproveitar as oportunidades que aparecem no decorrer da graduação, para ele “é necessário aceitar os novos desafios sem medo de errar”.

As Atividades Ambientais na Escola: Um Espaço de Diálogos



Um dos grandes objetivos do PETCiências da UFFS é o desenvolvimento de ações voltadas ao meio ambiente, de modo que a medida que se formam os novos professores em contexto de atuação prática nas escolas da região, também são desenvolvidas atitudes sócio-científicas e sócio-ambientais. Durante o mês de novembro de 2017 os PETianos Rafaela e Daniel que atuam na cidade de Cerro Largo no Colégio La Salle Medianeira, desenvolveram uma prática voltada a educação ambiental com o 8º ano do ensino fundamental, estruturada em quatro encontros. No primeiro encontro os alunos foram instigados a apresentar suas concepções de ambiente através de desenhos, após esta etapa as concepções de meio ambiente e natureza foram problematizadas através de discussão com os alunos. No segundo encontro, os alunos receberam cartoons em que uma série de perguntas foram relacionadas com estes para a partir delas ser possível elaborar um cartaz envolvendo as concepções ambientais retratada nos cartoons e desenvolvendo a criticidade dos alunos sobre o tema ao responderem as perguntas propostas.  No terceiro encontro os alunos assistiram o filme "Animais Unidos Jamais Serão Vencidos", momento em que novamente questões relacionadas ao ambiente e que remetiam ao enredo do filme foram problematizadas. Por fim, no último encontro, os alunos jogaram o jogo da memória ambiental envolvendo pares de cartas com imagens críticas e respondendo as perguntas referentes a cada par formado, e logo após, em potes de flor e com auxílio dos bolsistas foi realizado o plantio de mudas de pimentão, que os alunos levaram para casa. A ideia principal era compreender que elementos básicos (brita, areia e terra) eram necessários para fazer o plantio de qualquer planta, além de ser uma ótima alternativa para produzir alimentos em casa e pequenos espaços, o pimentão é uma das hortaliças mais cultivadas no Brasil e tem recaído na mídia como um dos produtos com maior teor de agroquímicos, sendo assim realizamos o plantio de mudas de pimentão que além de serem baratas estarão sendo produzidas e consumidas com a garantia de que não há pesticidas. Destacamos que estas atividades além de colaborarem a formação de novos professores de Ciências (PETianos em questão), propiciam aos estudantes o desenvolvimento de um olhar mais crítico sobre e para a natureza, com a comunidade na qual vivem e também sobre os alimentos que consomem. É importante ainda, que a escola seja um espaço de diálogo permanente ao que se refere às questões ambientais, trazendo ao debate as mais diversificadas problemáticas ao compreender que somos parte e que fazemos do ambiente.
por: Daniel Marsango, Rafaela Engers Günzel, Roque Ismael da Costa Güllich





Alimentação Saudável em sala de aula


A alimentação é um elemento de extrema importância para a promoção de uma vida mais saudável e de qualidade. Quando bem administrada e obedecendo aos princípios de balanceamento dos nutrientes oferecidos pelos alimentos, é possível diminuir os riscos de doenças cardíacas e de excesso de peso, que hoje em dia estão cada vez mais comuns em nossa sociedade. A tecnologia fez com que nossa vida, passasse a ter um ritmo mais acelerado do que há alguns anos atrás, somos “escravos” do relógio, e sendo assim, o tempo para alimentação bem como o preparo dos alimentos tornou-se cada vez menor, diminuindo a atenção que devíamos ter com esse processo que é o combustível para continuarmos vivos. Desta maneira, houve uma preocupação com o estado em que se encontra o conhecimento sobre a alimentação saudável das crianças e então promovemos uma pequena prática pedagógica, que teve como principal alvo a pirâmide alimentar e sua construção. Aqui relatamos sucintamente sobre como o conteúdo foi abordado bolsistas do programa PETCiências da Universidade Federal da Fronteira Sul(UFFS) em uma escola estadual de Ensino Fundamental do munícipio de Cerro Largo-RS, com alunos do 5º ano do.
Primeiramente houve uma explicação sobre o histórico da pirâmide alimentar, como foi elaborada, qual nível cada alimento corresponde na mesma e quantidade adequada de porções de cada um dos alimentos. Logo após, exibiu-se um vídeo sobre os “heróis da alimentação”, em que as crianças puderam conhecer alguns conceitos presentes na alimentação, tais como: fibras, vitaminas, carboidratos, proteínas e gorduras. A degustação de alguns alimentos levados pelas bolsistas foi feita depois da visualização e discussão do vídeo: frutas, pães, bolachas, laticínios, alguns salgadinhos, balas, também alguns grãos como aveia e linhaça fizeram parte do “cardápio” oferecido.  Finalizando, houve a construção de uma pirâmide alimentar, utilizando materiais recicláveis como papelão, folhas velhas, e uso de figuras de alimentos retiradas de livros velhos e revistas disponibilizadas pela biblioteca da escola. A turma recortou as figuras de alimentos, como: queijos, pães, molhos, massas, chocolates, óleos, guloseimas e frutas, e, com o auxilio da cola escolar foram montando os níveis da pirâmide.
Práticas pedagógicas como esta somam ao nosso dia a dia como futuros profissionais da educação, alimentar-se saudavelmente é uma maneira de nos cuidarmos. Os futuros cidadãos como as crianças envolvidas nesta prática, serão adultos e através do embasamento teórico sobre como hábitos alimentares puderam ter acesso de como estes refletem em sua saúde. A situação econômica é uma questão que também deve ser levada em consideração, pois sabemos que os preços de alguns alimentos se tornam muito caros, sendo assim opta-se muitas vezes por alimentos que não apresentam valores nutritivos adequados, ou orgânicos o que também pode ser discutido. Só haverá mudança de hábitos alimentares quando formos capazes de entender sua real importância para saúde.
por:
Eloisa Antunes Maciel – Bolsista PETCiências


PIBIC – EM em Guarani das Missões

Com relação aos projetos de extensão desenvolvidos pelo PETCiências da UFFS, destacamos os trabalhos desenvolvidos pela bolsista Aline Teresinha Walczak, que faz o acompanhamento de duas alunas do Ensino Médio da Escola Estadual Técnica Guaramano, sendo estas são bolsistas do projeto Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica para o Ensino Médio - PIBIC- EM, que é financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq, que tem como objetivo promover a alfabetização científica dos alunos das escolas básicas, incentivando e potencializando seus interesses pela pesquisa científica através do Educar pela Pesquisa. Os trabalhos são desenvolvidos uma vez por semana  na parte da tarde, que é o turno inverso das aulas das alunas participantes, nas dependências da escola. É importante destacar que cada aluna realiza separadamente suas pesquisas, dentro da perspectiva de que ambas possuem projetos com diferentes temáticas, com seus respectivos plano de trabalho e referencial teórico, sendo um projeto intitulado como “A pesquisa científico-escolar no ensino de ciências” em que a bolsista é a aluna Ana Paula Dallalibera e a Professora orientador da UFFS é a MsC. Paula Vanessa Bervian e outro “Contribuições da História da Ciência para o processo de Alfabetização Científica”em que a bolsista é a aluna Elisiane Pinto Carvalho e a Professora orientadora da UFFS é a Dr. Fabiane de Andrade Leite. Ainda, ressaltamos que o trabalho da Petiana nestes projetos é de acompanhar as alunas ao longo de suas atividades na pesquisa, na leitura do referencial teórico, na coleta de dados e escritas, contribuindo também na escrita de diário de bordo, diálogos, participação em encontros com a orientadora na Universidade, entre outros. Além disso a bolsista do PETCiências desenvolve seu perfil de professora pesquisadora e o programa estabelece vinculo com atividades de pesquisa do Ensino Médio.

Hortas suspensas


O cultivo de hortaliças em pequenos lugares tem se tornado comum em ambientes urbanos. Mesmo sem espaço disponível em casa, é possível plantar alface, cebolinha, tomate e outras verduras e legumes em uma horta suspensa. As hortas suspensas, assim como o próprio nome sugere, são hortas que ficam presas a paredes. Estas são hortas pequenas, normalmente feitas com garrafa pet, pois assim, além de plantar, você recicla este material, sendo, portanto 100% sustentável. Consequentemente, a horta em si é formada por várias garrafas. Com objetivo de aplicar uma atividade prática sustentável para trabalhar os conceitos de alimentação saudável, reutilização de material, ciclo da água e do solo, desenvolvi no dia 22 de novembro de 2017 uma atividade relacionada ao meio ambiente e a sustentabilidade, com os alunos do 6º ano de uma escola pública do município de Cerro Largo. A atividade escolhida foi à criação de uma horta suspensa nas mediações da escola, onde seriam plantados pelos alunos temperos e saladas.
Para a construção da estrutura da horta suspensa utilizamos garrafas PET, que eram cortadas na lateral para fazer a abertura onde seria inserida a planta, também foram feitos furos na mesma para o escoamento da água e para prendê-las. As garrafas foram presas pelas suas duas extremidades, a extremidade do bocal e a extremidade de baixo onde foram feitos furos para inserção do fio, o fio era de tecido bastante rígido. Em seguida essas garrafas foram amarradas, pelas suas duas extremidades, na tela do parquinho da escola. Para finalizar foi feito o plantio das mudas de salsinha, cebolinha e alface, para o plantio utilizamos a terra trazida pelos alunos e também pegamos a terra da composteira da escola.
Para o desenvolvimento da atividade, os alunos tiveram que se envolver muito, desdá aquisição dos materiais até a construção da estrutura para a horta. Muitos dos alunos não sabiam o que é uma horta suspensa então expliquei para eles o conceito que é bastante recente. Explanei a importância da alimentação saudável com alimentos sem agrotóxicos e como uma horta suspensa em casa pode ajudar nessas situações, principalmente em moradias com pouco espaço como os apartamentos. Também falei sobre o conceito da reutilização que foi empregado na construção da horta suspensa ao utilizarmos as garrafas PET como material.
A prática também foi relacionada com os conceitos de ciclo da água e do solo, que eram os conteúdos que estávamos ministrando para os alunos no momento. Mostramos o processo de condensação que começou a ocorrer nas garrafas que estavam expostas ao sol depois do plantio, e retomamos conceitos de evaporação e evapotranspiração nas plantas. Em relação ao solo salientamos a importância de colocarmos matéria orgânica da composteira nos vasos, explicamos como era o processo de decomposição da matéria vegetal na composteira e salientamos a importância de ter minhocas e microorganismos no solo e inclusive nas nossas garrafas PET.

Os alunos afirmaram ter gostado da atividade, não acharam difícil a construção da horta e conseguiram relacionar com os conceitos teóricos trabalhados em sala de aula com a prática realizada. Assim como aprenderam um pouco mais sobre a importância da alimentação saudável e como ela pode ser realizada através de plantios alternativos que são de baixo custo e ainda podem ser feitos com reuso de materiais.
Daniele Bremm – Bolsista PETCiências

V SINPET

O grupo do PETCiências do Campus Cerro Largo participou do V SINPET, durante a Semana do Diversa, no Campus Realeza. O professor e Tutor do PET, Roque Ismael da Costa Güllich acompanhou 12 bolsistas e 3 voluntários no evento. Ele conta: “Na oportunidade nosso grupo como esforço de narrar um diálogo coletivo construído por todos, apresentamos uma instalação que denominamos de PETnarrativa, com o título: O PET e suas interações: quem é você? Quem sou eu?sendo que o convite era apenas para uma palestra minha, porém como já passa da hora de ensinarmos a autonomia e de forjarmos espaços para sua construção, eu convidei o grupo todos e egressos do programa para responderem a pergunta o que é o PET para você?, depois sistematizamos por meio de uma narrativa que foi apresentada como instalação coletiva no evento, de modo que todos, de fato, tivessem vez e voz”.

A Tessitura: Homenagem a Profª Drª Rosangela Uhmann

Na manhã do dia 31 de outubro de 2017, o PETCiências realizou a abertura do Ciclos Formativos no Ensino de Ciências. No encontro foi realizado o diálogo e apresentação do livro-tese da Profª Drª Rosangela Uhmann, uma das professoras colaboradoras do grupo PET. A aluna do PETCiências Rafaela Günzel, orientanda de pesquisa da Profª Rosangela, realizou a abertura com um momento cultural poético, recitando uma poesia de sua autoria dedicada a orientadora e a sua tese apresentada em forma de homenagem com um vídeo de fotos da carreira/vida da professora. O livro trás a questão da avaliação e está intitulado “O Professor em Formação no Processo de Ensinar e Aprender ao Avaliar”. A poesia escrita pela petiana Rafaela foi inspirada na obra, que tem como metáfora a tessitura dos fios. A poesia a seguir expressa um pouco sobre o livro que tece muitas reflexões e diálogos sobre a avaliação, um assunto tão presente nos processos educacionais.
A Tessitura
Rafaela Engers Günzel

No tecer da roca os fragmentos fibrosos são unidos
Transformando-se em fios compridos
Os fios se laçam e entrelaçam numa contínua tessitura
No emaranhado um tecido é formado.
O nascer é o início da nossa tessitura.
Os finitos fios de nossa vida
Entrecruzam-se com de outras vidas
Em infinitos encontros e desencontros.
A junção dos fios vai construindo nosso tecido
Com as contribuições de outros fios
Assim nossa tessitura vai se formando.
Ah! Os lindos fios da docência...
Formam tecidos que encantam já na infância
E espelham a nossa tessitura.
Caminhos e anseios vão surgindo
E o nosso tecido se formando.
A formação, não é alheia de falhas...
Julgamentos de qualidade são inevitáveis.
Encantadora docência, minha e tua,
É preciso avaliar!
Mas o que é avaliar?
Como vou avaliar? Que métodos usar?
Avaliar para ensinar melhor.
Avaliar para aprender melhor.
Costurar os fios da avaliação
Durante o processo e as interações.
Respeitar os diferentes fios
Na vez, voz e tempo de cada um.
Avaliar é compreender...
O contexto, as diferenças e as formas.
Preocupar-se com o avaliar é necessário
Pois na tessitura da docência,
Eu avaliarei. Tu avaliarás...
Ele avaliará. Nós avaliaremos...
Vós avaliareis. Eles avaliarão...
Na cobrança deste conjugar
Teremos que quantificar.
Aprovar ou Reprovar?
Reproduzir ou Recriar?
Ah! Minha doce professora,
Que bom que seu fio veio nos ajudar!
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